REMEMORANDO 1964. PRECISAMOS OUVIR NOSSOS MORTOS?

Autores/as

  • Solon Viola
  • Clodoaldo Meneguello Cardoso

DOI:

https://doi.org/10.5016/ridh.v12i01.290

Palabras clave:

dossiê, direitos humanos, golpe militar

Resumen

Há uma relação intrínseca e necessária entre a democracia e os direitos humanos. O conjunto dos direitos humanos, em permanente processo de construção histórica. Um processo que se efetiva nos múltiplos movimentos da sociedade em sua relação com o Estado. Não ocorrem em uma linha reta de progresso constante, nem mesmo se consolidam sempre que surgem, mas em avanços e recuos conforme se desenvolvem as relações de forças – que se fazem e desfazem – nos embates entre os diferentes setores sociais encontrando soluções para suas formas de viver e de expressar interesses e contradições.
No caso do Brasil e da América Latina os Direitos Humanos se constituem como um fundamento éticopolítico em defesa da vida, da liberdade, da busca da igualdade e, portanto, da democracia. Isso porque somente na democracia se torna possível construir
e a manter às estruturas materiais e culturais para a realização de uma vida humana digna, tanto na esfera pessoal quanto coletiva e, atualmente compreendemos, socioambiental.

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Publicado

2024-07-01

Cómo citar

REMEMORANDO 1964. PRECISAMOS OUVIR NOSSOS MORTOS?. Revista Interdisciplinar de Direitos Humanos, Bauru, v. 12, n. 01, p. 61–66, 2024. DOI: 10.5016/ridh.v12i01.290. Disponível em: https://ridh.faac.unesp.br/index.php/ridh/article/view/290. Acesso em: 1 may. 2026.

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